“É urgente que haja equidade no acesso à terapêutica para que nenhuma pessoa com hemofilia seja penalizada por questões geográficas ou por ser seguida numa unidade hospitalar que ainda não tenha desenvolvido um protocolo de proximidade.” Quem o defende é o Dr. Nuno Lopes, presidente da Associação Portuguesa de Hemofilia…
Por favor faça login ou registe-se para aceder a este conteúdo

